Quarta-feira, Dezembro 23, 2009
Feliz Natal!!!!!
FELIZ NATAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Adoro-vos.
Beijos enormes
Terça-feira, Dezembro 22, 2009
O Jantar mensal
Quinta-feira, Dezembro 10, 2009
Para Carminho...

... tudo será diferente depois de ontem. E para nós também. Foi histórico, para ela e para nós. Não a um nível nacional, mas numa dimensão especial.
Foi o SEU primeiro grande concerto. E teve precisamente as características de um PRIMEIRO concerto grande. Sala cheia. A surpresa da Carminho era óbvia e cortou-lhe as palavras no momento de agradecer a TODOS os presentes.
O CCB encheu, com um público sublime, respeitador e de elevado nível. Diferente de outros, este público bateu palmas como e quando devem ser batidas, respeitou a artista, deixou a Carminho brilhar nos silêncios e deixou o outro público viver cada nota e cada momento do destino dos fados da Carminho.
Foi perfeita, na imperfeição. Enganou-se, mas brilhou com isso. Sem laivos de vedeta e com muito pouco falsa modéstia, Carminho reconheceu-o e nós agradecemos e rimos... Não desrespeitou os Autores, pois, com aquela voz e com a pureza do sentimento, tal seria impossível.
Foi normal. É normal. E isso torna-a próxima. Deixou-nos espreitar no nervosismo que aquele primeiro concerto acarretava. No final de cada música sorria, timidamente, mas a significar que tinha conquistado mais um bocadinho, tinha passado mais uma prova. O tempo passou e a Carminho soltou-se, falou mais, mas não muito, o que tornou tudo mais especial, como se estivesse ali com uma função, cantar, e cantar muito bem! Fê-lo muito bem.
Sem encenações. Sem rede. Sem efeitos especiais. Com minúcia. Com detalhes no vestido e na sua não-troca óbvia, mas com classe e pormenor. Gostámos mais do concerto por isso mesmo, porque a vimos. Porque partilhámos o palco não com a estrela, não com o fenómeno, mas com a Carminho, a mesma que viajou pelo mundo, a mesma que canta às quartas-feiras num restaurante de Alfama, a mesma que tinha toda a família e amigos ali a apoiá-la e a vibrar com cada guitarrada.
Foi familiar. O CCB cheio mais pareceu uma casa de família cheia. Todos estavam lá ou porque a conhecem pessoalmente, ou porque se identificaram com as entrevistas que deu na Blitz ou na Única, ou porque compraram o seu primeiro álbum e sabiam que não podiam perder este momento. Havia um elo de ligação entre todos. Ninguém estava lá porque sim ou porque todos a conhecem ou já a viram. Todos tínhamos um motivo bem mais forte.
Foi acima de tudo uma noite de qualidade. Uma qualidade incontornável na voz e na classe de Carminho e de qualidade também nos seus convidados. Destaco Diogo Clemente, de quem já falámos noutro concerto e que neste protagonizou um dos momentos mais intimistas com o fado Espelho Quebrado, e Ricardo Ribeiro, que arrepiou todos e se apresentou com um "viva aos fadistas" que emocionou a audiência (que voz!).
A Carminho escolheu o seu melhor fado para fechar o concerto, Escrevi Teu Nome no Vento, e assim, completamente conquistados, escrevemos o seu nome no nosso top ten e seguimos para casa com a certeza de que assim se fazem concertos que marcam e que ficam. De forma simples e autêntica.
Vamos continuar a acompanhá-la e a seguir a sua História. Pois, daqui a dez anos poderemos dizer “nós estivemos lá, no primeiro”. Daqui a dez anos esperamos gostar tanto de um concerto da Carminho como gostamos do de ontem à noite.
Neste momento estamos em crise de identidade... Não temos nenhum outro concerto agendado. Temos que preencher este vazio rapidamente! Vimos cá contar novidades assim que tivermos resolvido este pequeno (grande) problema.
Quarta-feira, Dezembro 09, 2009
Desafio San Siro...

Já que estamos nesta onda...
Terça-feira, Dezembro 08, 2009
DesIDOLOSão...

Costumo estar muito perto do veredicto dos júris destes concursos, mas desta vez... fiquei muito longe...
Vamos ouvir falar dele...
Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
Quarta-feira, Dezembro 02, 2009
Toca a comprar!

Foi a primeira vez que lá fui (dispenso publicitar gratuitamente o local, mas posso dizer-vos que muito frequentemente faz correr rios de tinta na imprensa nacional) - aliás, já lá tinha ido, uma noite fria estava aquilo na altura esquecido e praticamente abandonado - e fiquei bem impressionada. Bons descontos (caso contrário, tudo o que se compra agora em qualquer outro sítio estará, depois do Natal, a metade (!) do preço), corredores ao ar livre, pessoas mal-dispostas dispersas, menos barulho, só tem que se passar uma ponte, é certo. Vim satisfeita, com presentes escolhidos a dedo para cada destinatário, contas feitas.... não poupei (é certo) mas comprei melhor pelo mesmo preço.
LL
